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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Educação para o Trânsito


Recentemente a escola do filhão apareceu no Bom Dia Rio na matéria sobre A Importância da Educação para o Trânsito (ele aparece pedalando, eu apareço nervosa falando uma frase rs). Escrevi ano passado um post sobre trânsito que ficou tão grande que quase dava para criar um blog sobre o assunto!


O tema é importante. Eu aprendi a dirigir muito cedo, quase como jovens do interior, mas meus pais eram rigorosos em suas aulas. Dirigir nunca foi visto como diversão, mas sempre me dava prazer. Hoje em dia, o desrespeito no trânsito é tão grande que cada vez sinto menos vontade de dirigir.

Na verdade acredito que, além do treinamento e noção que dirigir não é brincadeira, o que realmente me torna uma boa motorista é o respeito pelo próximo, a base de valores que meus pais transmitiram.

A matéria fala disto, o lado ético.
 "Transgredir a gente tem um monte de oportunidades mas aí a decisão de não ser individualista, pensar no bem do outro, no bem comum isto é uma decisão ética." @AndreaRamal
A matéria gerou uma conversa entre eu e meu marido sobre a formação moral e o quanto a escola pode ajudar nisto.

Concordo plenamente quando a educadora diz que os valores de base são os mais importantes. Agradeço especialmente escola do filhão por colaborar conosco na formação de um cidadão do bem.

"O que vem de base é mais importante, que são os valores, as atitudes que a pessoa irá tomar. Que cidadão somos nós?" @AndreaRamal

E você? Que tipo de cidadão é?

Para quem quiser saber mais sobre o trabalho da escola clique aqui.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Peça Loja de Brinquedos. Indico!


Filhão anda numa fase apaixonado por teatro. A lista de espetáculos e peças que já assistiu desde 1 ano e 3 meses já é bem longa e acho que com o tempo eu vou ficando mais crítica em relação as peças.

Este final de semana fomos 2 vezes ao teatro, a 1ª para assistir Arca dos Bichos, ele até gostou por ter muitas músicas e crianças, eu já achei fraca.

No dia seguinte assistimos Loja de Brinquedos e a diferença foi enorme. A família inteira adorou e olha que as idades foram as mais diversas, ele #aos4, primo #aos8, eu com meus 39, mais tias e avós com...deixa para lá (ou serei ameaçada de morte). Me surpreendi, pois ao lado tinha uma bebê de no máximo 1 aninho que dançou e prestou atenção à peça inteira.

A peça é um musical com sapateado. As músicas são uma delícia (Filhão quis o CD e normalmente eu que fujo comprei feliz). As fantasias são muito bem feitas, cenário bem colorido. Além disto tudo uma mensagem muito legal. A história envolve uma menina rica que entra na loja e não vê graça em nada pois já tem todos os brinquedos que possa imaginar e um menino de rua que não tem nada. Trabalha de forma leve que nada adianta um mundo de brinquedos sem valoriza-los, saber brincar e compartilhar.

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O elenco da peça

A música com o nome do robô é ótima e saimos todos do teatro cantando e fazendo a dança do robô (sim sou mãe que paga mico feliz). As piadas das bonecas Taga e Rela fazem os mais velhos rir, enquanto que as do Robô e Ursinho são direcionadas para os mais novos. Bom para quem tem filhos de idades diferentes.

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As bonecas Taga e Rela

Já é a terceira temporada e o último final de semana da Loja de Brinquedos no Shopping da Gávea. Eles farão apresentações sexta, sábado e domingo e eu indico. Filhão está insistindo em ver novamente e todos os dias desta semana escutamos o CD da peça.

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Filhão e sobrinho com os atores na saída da peça

Um adendo, dia 28 a Claudio Figueira Produções inicia a peça Aladim. Filhão já tinha ficado encantado com Festa na Floresta e agora Loja de Brinquedos, ambas deles, certamente não iremos perder.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Galinha Pintadinha - O Musical


Semana passada fomos convidados pela empresa Lifebuoy (muito obrigada!) para assistir  Galinha Pintadinha – O Musical. Sempre achei a ideia da Galinha Pintadinha genial, animações simples resgatando as cantigas de roda. Ideia do tipo “porque não pensei nisto antes” rs

No sábado a estréia era apenas para convidados e familiares. Isto aumentou um pouco o número de adultos, mais adltos que crianças tornando a visão mais difícil para filhão. Ficamos numa parte que acredito ter sido reservada para convidados das empresas, pois era onde estava a maior concentração de crianças. Foi uma delícia ver filhão, as demais crianças e, porque não, nós mamães cantando em coro.

O musical tem uma historia leve para amarrar as músicas e conseguiu uma solução bem legal para inserir tantas cantigas. As fantasias são ótimas, o teatro permite boa visão mesmo na lateral e as animações de fundo se uniram muito bem aos personagens. No final o pai faz uma piada que todos os pais vão se identificar.

Alerto que alguns pequeninos (bem novinhos) se assustaram com as fantasias dos insetos e do Gavião.
Foi uma tarde muito gostosa. Ao perguntar para filhão se ele gostou a resposta foi: “Sim, eu até vou ver de novo!” (E não é que hoje ele repetiu que gostaria de assistir novamente!)

Abaixo a tentativa de foto já que ele não parava de dançar.



domingo, 8 de janeiro de 2012

Mulheres fortes, sejam um pouco frágeis!


Um pouco antes do natal passei mal, passei muito mal. Algo que comi me fez mal, sempre invejei quem tem o famoso “estomago de avestruz”, nunca fui assim.

Passei a manhã deitada na sala, tentando ficar acordada e sendo acordada por filhão que entre uma brincadeira e outra pedia atenção ou alguma ajuda. Não queria acordar meu marido, ele virou a noite trabalhando e sei que não dormiria novamente caso o acordasse.

Filhão que acordou o pai depois de presenciar minhas muitas idas ao banheiro, a última com emissão de sons que o deixaram preocupado.

Marido me ajudou, comprou água de coco para mim, trouxe meia maça e, depois de perguntar milhões de vezes se eu tinha certeza que poderia ficar sozinha seguiu com filhão para a casa da minha sogra conforme o plano inicial para o nosso dia.

Eu adormeci. Acordei tonta, com dor de cabeça, provavelmente por ter me alimentado muito pouco.
Me virei direitinho, preparei algo para comer e senti saudades de um mimo. O detalhe que este mimo foi oferecido e eu recusei. Não sei como foi a criação de vocês, mas eu fui criada para ser forte e independente. Não fui criada para ser frágil, mas saber me virar.

Marido, com razão, já me mostrou que muitas vezes não dou tempo nem dele me ajudar. Que já carreguei sacolas de compras pesadas desnecessariamente, que ele (diferente de nós mulheres) não lê mente, mas está pronto para ajudar.

Fiquei pensando o quanto nós reclamamos das duplas, triplas jornadas... porque não o acordei ou liguei cedo para minha sogra (a minha mãe estava fora) pedindo que buscasse o filhão (sei que ela ajudaria).

Não considero ser independente algo ruim.  É bom saber que sou capaz de lidar com meus problemas sozinha caso necessário, mas um carinho extra não faz mal a ninguém. Se não permitirmos quem amamos estar perto, fazer um dengo extra, ajudar; como poderemos ser mimadas ou apenas diminuir o ritmo como gostaríamos?

Os homens estão perdidos nos seus papéis e acredito que cabe a nós também dar espaço para eles encontrarem seu novo lugar. Fica a reflexão para nós que reclamamos constantemente de sermos cobradas pela sociedade de nos tornarmos super mulheres com inúmeras jornadas.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Começou assim...


Ele não queria saber de namorar, na verdade pela primeira vez queria galinhar; ela se preparava para fazer uma pós fora do país. Ele tímido aproveitava as ligações dela e ia levando. Ela pensava: "tenho vontade  de estar junto, vou ligar, se me decepcionar em breve estarei viajando e esquecerei".


Um encontro aqui, outro ali e de repente estavam namorando, nem souberam ao certo a data de início. A viagem se aproximava, ela não queria mais ir, ele escondia o aperto no peito e dava força para que ela prosseguisse com os planos. O que poderia afasta-los os aproximou ainda mais.

Hoje eles, NÓS, comemoramos 5 anos de casados, no total 16 anos de namoro. Não vou falar que foi sempre lindo. Tivemos nossas brigas, nossos desafios, mas a vontade de estar junto (mesmo quando exigia esforço) era, e é, sempre maior.




O padre falou no casamento que casar, manter um relacionamento, dá trabalho. É verdade, mas também é bom demais. A sensação não é que ele me completa e vice versa, mas que juntos somos melhores.  A prova disto está estampada em nossos rostos e nossos corações. 1+1 aqui resultou em três. Uma família acima de tudo feliz! Por eles e para eles quero ser uma pessoa sempre melhor! Aliás, eles me tornam uma pessoa melhor.

Te amo meu amor! Te amo meus AMORES!



Amo demais esta foto!





As fotos foram uma comemoração antecipada das bodas. As fotos são da Isabela Neiva, fotógrafa com olhar especial e sensibilidade única. Achei que poderia até ser estranho, mas este dia foi muito especial. Bela, agora nas férias irei organizar para que montem a parede com fotos da família como nós tanto queríamos.

Veja aqui todas as fotos com o belo vídeo Better Together ou Melhor Juntos

Better Together from belaneiva on Vimeo.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

De repente dia 15 de dezembro passou a ser importante!

Dia 15 antes era apenas a véspera das minhas bodas... um dia comum, na maioria das vezes um dia corrido pela proximidade com as festas e encerramento de ano. Agora tudo mudou! Dia 15 será um dia sempre para se comemorar!

Curiosa? Leia o texto abaixo escrito pelo meu irmão!


Tchi-Tchlim

O dia seria muito corrido. O despertador tocou às 7h. Tinha que terminar uma minuta de contrato de compra e venda antes da consulta à obstetra. A expectativa era enorme. As tarefas do dia preocupavam muito. Sabia que tudo deveria ser calculado, caso contrário o tempo seria muito curto para todos os compromissos da agenda. A última consulta do pré-natal atrasara mais de uma hora para iniciar o que só aumentava a minha agonia. Afinal, eu tinha mil processos para analisar, MBA de 18h às 22h e mais coisas para fazer quando estivesse em casa.

Seguiu o exame com a presença da minha bolota (apelido carinhosamente dado à barriga da mamãe), da irmãzinha e da vovó. Um pequeno parêntese para frisar que a referência é o nascituro Pedro e que minhas avós infelizmente já são falecidas há anos.

Sabia que poderia sair dali direto para o hospital, mas realmente esperava que meu filho fosse nascer entre o natal e o réveillon. Acho que não sou o único com pressa. Será que ele odeia tanto quanto o pai ficar esperando?

Quinta-feira, 15 de dezembro de 2011. Hoje, três dias antes, descobri o dia que comemorarei o aniversário de meu filho para o resto de nossas vidas. Se nós quatro estávamos emocionados na sala de consulta foi a minha lágrima que abriu a porteira (ou cachoeira) para que todos chorassem de emoção. A mais contida foi a irmã Clarinha que se desdobrava para dar carinho e consolar os três chorões ao mesmo tempo.

Aquela notícia acabou com a correria. Não que fosse deixar de cumprir os compromissos, mas a rotação do mundo diminuiu, ou até mesmo parou por algum tempo. No caminho até o metrô um açaí substituíra o almoço. Não era possível engolir algo mais consistente do que isso com o enorme nó de emoção que tinha em minha garganta. Pela primeira vez optei pelos passos curtos e calmos ao invés da esteira rolante do metrô da General Osório. A esperança era que cada colherada trouxesse um pouco mais de serenidade diante da grandiosidade da notícia que eu tinha acabado de receber.

Os óculos escuros serviram para esconder parcialmente a choro de um homem de 34 anos, no meio do dia, em plena Ipanema. Considerando que estava em plena Farme de Amoedo com toda a sua fama, certamente alguém pensou que eu devo ter tomado um fora de algum “namorado”. Que pensem o que quiserem! Não importa. O dia e a hora estavam marcados. Pedro chegaria em breve.

Sabia que seria pai desde que um risquinho azul apareceu em um exame de farmácia realizado no banheiro do Via Parque, antes do show do Kid Abelha. A mulher sente muito mais a maternidade do que o homem, afinal está tudo literalmente dentro dela. Mas a minha ficha definitiva demorou um pouco mais para cair. Nada substituiria aquela avalanche de sentimentos com uma simples frase: “Será no dia 15”.  

Adolfo

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Festas Infantis como antigamente

Antes de tudo vou deixar claro, não julgo quem faz festa festa em casas de festas, muito menos quem faz festas grandes no primeiro ano, no entanto para nossa família a opção foi diferente.

O um aninho do meu filho foi comemorado de forma dupla. Minha sogra e a bisa fizeram uma festa para ele e a afilhada/bisneta americana que estava no Brasil. A comemoração dupla teve meu toque, mas considero a festa oficial mesmo um bolinho no dia do aniversário com avós, bisavós e amigas que moram por perto. Foi um lanchinho simples com bolinho, mas feito com muito carinho e marcado no coração.

As festas do filhão sempre foram no melhor estilo “mutirão de família”. Talvez herança das festas que eu e marido tivemos quando criança. Nossas mães, ambas criativas e talentosas, participaram da leva de mães que criaram festas decoradas, com brindes e brincadeiras originais. Somado a isto minha vó era uma boleira, doceira nata, capaz de construir castelos com bolos e chocolates. Eu e meus irmãos crescemos organizando churrascos e festas desta forma, cada um fazendo um pouco, envolvendo os amigos.

A última festa do filhão tivemos que encolher muito a lista. A grana não estava muito estável e não contratamos o toldo que cobre o gramado da vovó. O medo de muitas crianças dentro da sala recém decorada dela foi grande. No entanto filhão veio com um tema que transformou todo o planejamento. Ele queria a festa de super herói, quando questionado qual herói a resposta não poderia ser melhor “O super herói que tem dentro de mim!”

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Pesquisei muito na internet, principalmente as festas americanas (sempre com no máximo 8 crianças) e fomos adaptando as ideias. Conversei com filho e ficou combinado que comemoraria com os amigos da escola na escola e teríamos uma lista bem enxuta de amiguinhos.
Mamãe com formação em design gráfico arregaçou as mangas. Criamos um boneco/herói com algumas características dele, com um símbolo único, mas que o lembrasse dos heróis que conhece.

Mesa criada por mim para o meu super heroi
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Brincadeiras? Um pula pula, alguns brinquedos dele no gramado, um peso de isopor e plaquinhas para tirarem fotos bancando herói e o maior sucesso da festa, caixas de papelão que o mercado próximo nos cedeu pintadas para brincar como blocos gigantes. Passados mais de 6 meses os blocos continuam na casa da vovó e sempre fazem parte das brincadeiras por lá.

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O brinde? Tenho adotado sempre algo que seja parte das brincadeiras ou de uma atividade da festa. No 2º aniversário bolas e bambolês, no 3º raquetes em formatos diversos para fazer bolhas de sabão e neste cada criança recebeu um envelope com uma máscara e dentro uma capa com pedaços de feltro incluindo sua inicial para personalizar a capa.

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As comidas também são simples. Nada de buffet, nada de frituras. Servimos pães de queijo, nuggets e pipoca. Uma mesa de apoio fica disponível para os convidados com pastas, pães diversos, frios, cachorro quente num rechau para ficar quentinho e muitas frutas. Sim, são sempre um sucesso! Outra dica já adotada por outras amiga mamães é colocar potinhos com biscoito maizena e polvinho ao alcance das crianças. Bebidas em isopor, algumas jarras e copinhos para os convidados se servirem.

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Eu penso que festa é sempre festa. Particularmente não curto o barulho das casas de festa ou animações que em raríssimas exceções em equipe praparada para lidar com crianças. Meu intuito é apenas deixar o relato, compartilhar o que fizemos com carinho e mostrar que existem muitas alternativas de como comemorar.
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Agradecimento especil para:
- minha irmã Sabores da Alma que herdou os dons da vovó e faz os bolos e doces todos os anos.
- as amigas que muitas vezes colocam a mão na massa comigo e meu marido
- a Ju da Mamãe Eu Quero que preparou as capas com muito carinho
- a Vivi Fotografia que registrou tudo captando caretas do filhão que nunca consigo e momentos tão especiais
- a todos que estiveram presentes neste dia especial