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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Dicas de Jogos - Semana Mundial do Brincar

Semana Mundial do Brincar e eu devendo posts sobre os jogos que temos usado muito aqui em casa. Logo, vamos juntar tudo! ;-)

O movimento motiva muito a brincadeira livre, o que praticamos muito. Nosso dia a dia vai desde os tradicionais pique, esconde-esconde, bola, passeios no parque, andar de bicicleta e brincadeira com bonecos e carrinhos (estes eu babo com a historinhas que surgem durante) até os jogos.

Aqui os primeiros foram os tradicionais jogo da memória e quebra-cabeças com 2 anos. (Papai corujou muito neste vídeo!)


(mais um parênteses...como somos chatos não? "Dá tchau", "olha para câmera" #quemnunca)

Aos 3 o Cara a Cara (com ajuda para ler os nomes). Aos 4 a febre foi do UNO e rapidamente ele entendeu o jogo e criava estratégias (se alguém não conhecer eu falo deste jogo depois). Papai e mamãe, que gostam de brincar até hoje, aproveitaram que filhão cresceu e compraram/baixaram/resgataram alguns jogos . O post de hoje é na verdade uma dica de dois jogos.


MILLE BORNES 
Indicação de idade do fabricante – a partir de 8 anos
Número de jogadores – 2, 3, 4 ou 6 jogadores

Este eu jogava com marido e meus cunhados que ainda eram crianças. Precisa saber somar e, apesar de ser somas simples, poderiam facilmente criar uma versão com contas mais simples para crianças.
É um jogo de cartas e você é um piloto de carro de corrida, seu objetivo é dirigir 1000 milhas antes dos demais. Atenção, não pode passar de 1000.

Para você andar precisa primeiro da carta de sinal verde. O desafio é que os outros  jogadores podem baixar cartas para evitar que você ande, um pneu furado, um acidente de carro, falta de gasolina. O jogador só anda caso tenha as cartas, digamos, antídotos ou consertos.



Os jogadores ainda contam com cartas especiais que impedem os demais de baixarem um determinado tipo de obstáculo durante toda aquela rodada. Caso alguém baixe, por exemplo, um pneu furado para você e você naquele instante colocar a carta azul especial, você faz um “coup fourré” e ganha mais pontos. Estratégia e matemática são as palavras que definem este jogo.

O jogo vem com uma cartela de pontos e sugerem que ganha quem chegar a 5000 pontos somando a pontuação de cada partida.



Infelizmente, apesar de licensiado pela Hasbro, não encontrei aqui no Brasil.


ZOMBIE DICE 
Indicação de idade do fabricante – a partir de 10 anos
Número de jogadores – 3 a 8 jogadores

Acredito que erraram feio na indicação da idade. Filhão aos 6, não só joga como ainda explica as regras.

Virou febre aqui em casa. Onde vamos o jogo vai junto , já que é apenas uma caixa pequena com dados.  Com todos os grupos, das idades mais variadas, que jogamos o sucesso foi absoluto.

Objetivo: comer cérebros! Isto mesmo! Você é um Zumbi e quem comer 13 cérebros primeiro, ou mais, ganha o jogo.

(Atenção! Caso você complete 13 cérebros e a rodada ainda não tiver terminado os jogadores que ainda irão jogar podem ganhar caso consigam mais de 13 cérebros. Em caso de empate é feita uma rodada extra apenas com os empatados)

Como jogar: Pegue 3 dados aleatoriamente (nada de olhar!), jogue os dados. Se você tirar cérebro comeu o de alguém, se tirar a figura de pegadas é porque seu alvo fugiu, se aparecer tiro, cuidado! Com três tiros você “morre”, perde os pontos desta rodada e passa a vez para o próximo jogador.

Caso ainda não tenha 3 tiros, o jogador decide se continua ou não a jogar. O dado com a imagem do cérebro ou tiro ficam separados marcando o status atual, o dado com pegadas deve ser jogado novamente. Você joga sempre 3 dados. 1 pegada, pegue mais dois dados.

O jogo mistura estratégia e sorte, já que os dados verdes tem probabilidades melhores, os amarelos podemos dizer serem neutros e os vermelhos...reze! ;-)



Impossível jogar sem fazer piadas, cutucar o outro, torcer!

Este jogo você encontra no Mercado Livre ou Amazon. Também é possível comprar uma expansão com três dados extras que dão uma graça a mais no jogo.

Usamos muito o app Scorekeeper XL para ajudar a marcar os pontos no Zombie Dice e em outros jogos. (O app diz ser gratuito por tempo limitado).

Na lista ainda tenho que falar do Mucnhkin, Eu sou? e do Dixit.
Em breve! ;-)




terça-feira, 7 de maio de 2013

Ame sem vergonha! Ame sem parar!


Hoje completo 10 anos de muita saudade, dez anos que me despedi do meu pai. Já devia saber que hoje precisaria escrever sobre ele, sim, é uma necessidade. Alivia o peito e  compartilho um pouco do tanto que aprendi com ele e com esta despedida.

Na época cheguei a escrever um e-mail para meus amigos, não apenas dando a notícia, mas clamando que aproveitem cada minuto ao lado das pessoas que amam.  Meu pai faleceu de uma hora para outra, nada de despedidas formais, nada que nos avisasse que algo poderia acontecer. Na verdade a notícia era “amanhã, após o cateterismo, ele retorna para casa”.

Eu, que sempre fui um grude, ou abençoada por escutar um pouco mais o coração/intuição, dei grande importância para breve visita permitida na UTI naquela noite. Minha mãe já saia de casa quando cheguei do escritório. Peguei um casaco correndo e fui com ela.

Nos cinco minutos que tive com ele conversamos brevemente e ele disse “Eu sinto muito orgulho de você”. Eu, que sempre fui muito tímida para expressar meus sentimentos, soltei quase sussurrando  “eu também. Te amo.”. Neste momento meu pai  pediu que eu me retirasse dizendo “Te amo. Estou me emocionando e não posso, preciso falar com sua mãe”. Se ele previa algo, não sei. Só sei que foram nossas últimas palavras.

Agradeço sempre por ter soltado aquelas palavras, mesmo que num sussurro meio engasgado. Hoje me preocupo sempre em vencer esta timidez e dizer te amo e ser mais carinhosa com minha família e as pessoas que tanto amo. Gestos são bons, mas a declaração e o carinho são vitais.

Brigas? Certamente acontecem, mas não quero perder tempo com elas. Sei que sempre irei conversar e me acertar com as pessoas que amo, mas não quero perder nem um minuto. Sinto uma urgência em viver bem, em ser feliz e amar. Ter razão raramente é importante.

Hoje clamo novamente: - Amem! Declarem seu amor! O tempo é precioso.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Oi! Estou aqui ao lado!


Hoje vou fugir um pouco do tema do blog, ou não, já que não vivemos sozinhos numa ilha e toda sociedade influencia na educação e futuro dos nossos filhos.
Este post é resultado da soma de experiências minhas e de terceiros (e da nossa indignação) e mensagens que ouvi nesta última semana.

Assistindo o programa Futurama, num episódio no qual um alienígena repleto de tentáculos se acopla a um dos personagens principais e cria uma nova religião o então novo pastor diz:

- Vocês precisam amar ao tentáculo!

Na mesma hora o cientista rebate:

- Ainda bem que é só amar ao tentáculo e não ao próximo!

Uma crítica e tanto, e para mim, muito pertinente para este nosso mundo atual.

Não vou falar aqui de religião. Tenho amigos das mais diversas, os que creêm e não seguem religião alguma e amigos ateus. Para mim isto não importa, são pessoas igualmente boas. Sempre acreditei que o que faria realmente diferença no mundo é amar ao próximo, ao menos respeita-lo.

Assistindo hoje à missa escuto falar sobre caridade, e o padre chega a coloca-la num patamar mais importante até que a fé e esperança. Não, caridade não é só doar, ajudar, é conseguir respeitar quem está ao lado, é perdoar, é não ter inveja, e até entender que você não é mais importante que ninguém.

Não quero viver mais este mundo onde pessoas param na vaga de deficientes, onde motoristas são incapazes de enxergar pedestres e ciclistas, onde ninguém dá a vez para um idoso, onde parar na calçada bloqueando a passagem completamente para pedestres é normal (acontece muito na porta de escolas colocando crianças em risco), onde médicos acham que tudo bem faltar a um plantão mesmo que isto leve uma criança à morte, onde fiscais ignoram o seu trabalho por preguiça ou propina, pessoas ignoram suas simples responsabilidades, onde o preconceito velado tenta minar a auto estima de tantas pessoas...

Chega!

Eu, você, não somos melhores do que ninguém! Somos todos feitos de carne e osso e teremos todos o mesmo fim.

Chega de individualismo! O seu tempo não é mais importante do que o do outro. Respeito ao próximo, uma atitude tão simples e ao mesmo tempo tão difícil que poderia transformar este mundo. Vamos resgatar?


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Receita - Substituindo massa por abobrinha


Para inspirar quem precisa ir para cozinha, mas acha que demora preparar refeições saudáveis, uma receitinha ultra rápida. Trocando massa por abobrinha!

Rale a abobrinha até chegar na parte branca. Cozinhe na água com manteiga e um pouco de sal  (como faria um macarrão). Escorra e sirva com o molho do seu gosto.



Eu comprei molho de tomate pronto (quando não faço compro um de pote de vidro que não contém conservantes e outros ingredientes nocivos), refoguei com cebola, alho, depois acrecentei pimenta picada (retire as sementes!) e alho poró. Ficou divino!



*se gostar de um sabor mais doce coloque canela no molho. Faz um constraste muito saboroso com a pimenta e o tomate.

**Em outra ocasião adicionei queijo e ficou com sabor de lasanha!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Relato e dicas - Prazer na Alimentação Saudável


Faz tempo que algumas amigas me pedem para escrever como foi o processo de mudança dos meus hábitos alimentares. Alguns irão achar que foi radical, mas pensando em como sempre me alimentei, em como cada mudança chegou, vejo que foi uma construção ao longo da vida.

Dizem que quem não aprende no amor, aprende na dor. Eu aprendi a me alimentar bem pelos dois caminhos. Primeiro porque cresci numa casa onde tinha mãe, pai, avó e irmã que sempre cozinharam explendidamente bem. Chegava a faltar espaço no fogão. A cozinha era o principal ponto de encontro da casa, com direito a uma mesa de 6 lugares dentro dela. Por ela que amigos entravam na casa, e na maioria das vezes por lá ficávamos papeando enquanto minha mãe cozinhava. Aprendi pelo amor a gostar de comida de verdade, a experimentar de tudo e pelo exemplo a gostar de verduras (meu pai comia uma bacia de verduras no almoço).

Infelizmente também aprendi com a dor. A primeira vez, quando meu pai operou o coração, toda a família abraçou a mudança com o fim de frituras e redução do sal.

Já adulta eu acreditava me alimentar bem, até que minhas crises de enxaqueca foram piorando cada vez mais. Passei por inúmeros médicos e neurologistas. Um deles quase me matou ignorando a reação que relatava com os inúmeros remédios prescritos. Após uma crise de enxaqueca que durou 5 dias (5 dias sem me alimentar, no escuro, sem conseguir nem falar, parando no hospital e ficando uma semana me sentindo grogue com os medicamentos aplicados), decidi que precisava mudar minha vida.  Foi quando conheci o Dr Alexandre Feldman. Devorei seus livros, tirei dúvidas com pacientes dele e outros leitores, e decidi abraçar a mudança.

Desta vez envolvia mais que uma dieta, envolvia mudanças no sono, horários, forma de dormir, aprender a lidar com estresse, escutar meu corpo e respeitar seu ritmo. Felizmente os exercícios físicos já fazia e sempre (quase sempre) gostei. Seu livro sugeria seguir os novos hábitos alimentares de forma “radical” por 3 meses. Assim o fiz.

Fácil não foi. Principalmente, pois desta vez a mudança não era da família, era só minha. Nunca vou esquecer a primeira refeição. Enquanto todos comiam strogonof com batata frita, eu comia frango com salada e arroz integral. Este último por falta de experiência ficou duro, muito duro, e salgado. A vida é dura caros amigos ;-)

Na minha opinião dois pontos são fundamentais em dietas. A primeira é cortar a palavra dieta de sua vida. Esta palavra perdeu seu verdadeiro significado faz tempo.

"Uma dieta é o conjunto das substâncias alimentares que constitui o comportamento nutricional dos seres vivos. O conceito provém do grego díaita, que significa “modo de vida”. A dieta é portanto um hábito e representa uma forma de viver."

Meu conselho é: não faça uma dieta, mude seus hábitos alimentares! Pode parecer loucura, mas você pode reeducar seu paladar, deixar de gostar tanto de doces, apreciar legumes, verduras e frutas.

Após os 3 meses entendi o porque do conselho de cortar completamente açúcar e farinha. Tudo bem que nunca fui muito fã de açúcar, mas lembro até hoje de no final dos três meses sem um grãozinho de açúcar, não conseguir chegar no final de uma tangerina bem madura. Ela simplesmente estava muito doce para mim. Louca?! Muitos acham que sim, mas é a mais pura verdade. O paladar muda.

O segundo ponto é que esta guerra pela mudança de hábitos é interna e individual. Você pode ter todo apoio da família, até ter ao redor as pessoas passando pela mesma fase e, apesar deste apoio ajudar, só você poderá ganhar este desafio. Para mim o mais difícil foi a retirada do pão, da farinha. O pãozinho do café da manhã que não apenas acompanhava o hábito, mas trazia fortes lembranças do meu pai que preparava com azeite e queijo derretido. Isto e café com leite estavam para mim no topo do confort food. Digo que passei até por crise de abstinência sentindo ansiedade e desejo. Eu, euzinha, era a única que poderia resistir.



PLANEJAMOS NOSSAS VIDAS. PORQUE NÃO A ALIMENTAÇÃO?

É importante planejar e ter até um plano B para imprevistos. Você sempre terá eventos, festas e ocasiões com tentações ao redor (prometo que muitas deixarão de ser tentações com o passar do tempo). Nunca deixei de participar de evento algum. Me alimentava muito bem antes de ir para festas e encontros com amigos e levava sempre na bolsa aquele “doce de banana”, tipo mariola. Alimenta bem, fácil de levar. Água era sempre minha melhor amiga. Quando ia em eventos longos na casa de amigos próximos, levava uma “marmita” com quantidade extra, porque descobri rapidamente que a minha nova alimentação não era saborosa apenas para mim.

Se precisar comer fora uma boa saída são carnes grelhadas) e a boa salada, pois o preparo da comida também importa e muito. A dica para idas em restaurantes é usar o medo que eles possuem dos clientes terem uma crise alérgica grave. Sempre digo que tenho alergia severa a glutamato monossódico. Sim, muitos adicionam isto nas carnes ao invés de recorrerem a ervas, a temperos de verdade. Já deixei de comer em alguns locais, em outros preparavam a carne apenas com sal para mim. Na época enviei e-mail para os locais que mais gostava questionando sobre preparo e ingredientes. O Joe & Leos, por exemplo, enviou uma resposta diretamente de sua nutricionista.

Trocar receitas com quem já mudou os hábitos (as da Pat Feldman me salvaram e deram muitas boas ideias), aprender a gostar da cozinha, ajuda. Vopcê irá aprender cada vez mais sobre alimentos, e terá vontade de fazer verdadeiras experiências, trocando produtos nem sempre bons, por soluções saudáveis.

Pode parecer sacrificante no início, mas depois vira hábito, sua rotina, simples assim. Reafirmo VALE A PENA! Não fico doente, não gripo, tenho muito mais energia que antes.

O que posso fazer para ajudar? Quem quiser tem meu apoio e prometo responder todos os comentários e dúvidas. Boa mudança! ;-)

Amanhã vou postar a receita que pediram onde a abobrinha substitui a massa.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

É da nossa conta!


Recentemente conheci através da Samantha Shirashi o trabalho da Rede Pró Menino. Felizmente, assim como eu, muitas pessoas abraçaram a ideia desta blogagem coletiva pela erradicação do trabalho infantil. Vou parecer um pouco repetitiva, mas novamente vou citar a experiência do meu pai, por ter sido a mais próxima em relação ao trabalho infantil.

Meu pai começou a trabalhar aos 8 anos de idade, entregando as roupas que minha avó lavava. Logo depois veio o seu primeiro emprego "oficial" numa mercearia. Também foi lá que sofreu sua primeira demissão "por justa causa". Ele, ainda criança, muitas vezes passava o dia apenas com um copo de leite e um dia não resistiu e pegou as sobras do almoço que a dona da mercearia direcionava para o papagaio de estimação. Céus! Não estou falando para descuidar do animal, mas ignorar a fome de uma criança?!

O tema me toca, pois meu pai concluiu apenas a primeira etapa do fundamental. Mesmo sendo um leitor ávido e grande auto didata, sentiu os reflexos de não ter concluído os estudos durante toda sua vida. Tenho certeza que ele poderia ter alçado voôs ainda maiores. Que chance ele teria hoje neste mercado onde muitas vezes uma pós graduação é considerado pouco? Lembro dele ficar envergonhado de não saber inglês, errar certas palavras, e ao mesmo tempo sentir uma felicidade e orgulho enormes por nos ver adquirindo o conhecimento ao qual ele não teve acesso.

Um dos sonhos na minha vida eu não consegui, nem conseguirei realizar,  era cuidar dele, falar "pai, pode parar de trabalhar que agora eu cuido de vocês". Meu pai faleceu antes. O legado ele deixou, talvez por isto o tema educação me interessa cada vez mais, sou grata por tudo que nos proporcionou e ensinou.

No momento não estou envolvida em trabalhos voluntários, mas faço minha parte como consumidora, deixando de comprar marcas que utilizem trabalho infantil. Ajudo algumas instituições de forma pontual e planejo voltar a me envolver mais, voltar a seguir o exemplo dos meus pais.

Entendo que em muitas situações as famílias ficam sem escolha, a fome é imediata, mas não deveria ser assim. O trabalho infantil alimenta o ciclo de pobreza, afasta inúmeras crianças da educação e oportunidade de melhoria de vida. Boas escolas públicas, em horário integral, certamente poderiam fazer uma grande diferença. Quem sabe com uma grande mobilização conseguiremos?

Esta blogagem coletiva planta uma semente, nos faz refletir e motiva a sair do teclado e ir além. Quem sabe um dia a história de muitos será diferente.


Saiba mais, reflita, participe!

Blogagem coletiva É da nossa conta!
Mais informações:A Vida Como a Vida Quer da Samantha Shiraishi (@samegui) -É da nossa conta! Trabalho infantil e adolescente
Fan Page Pró-Menino: http://www.facebook.com/redepromenino
Twitter: @promenino

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Professores, o meu muito obrigada!


Sempre acreditei na educação como a única forma de mudar o mundo para melhor. A educação nos capacita, nos torna capazes de avaliar e contestar informações, de fazer escolhas melhores. E quem mais além de nós mães e pais pode ter grande influência na vida de nossos filhos? Os professores!

Lembro com carinho de cada professor que me influenciou de forma positiva.

Lembro da professora Elvira de português, muito rigorosa, mas a primeira pessoa que me motivou a escrever, que me fez acreditar que poderia escrever bem. (ela morreria com esta sentença com tantos "ques")

Lembro do professor Guilherme de história, ele nos desafiou a criar programas de rádio e nos envolveu em debates sobre presidencialismo e parlamentarismo. Certamente professor Guilherme motivou meu interesse na política e me fez ver a importância do tema.

Prof. Cáritas, também de história, além de excelente professora, ainda arrumava tempo para conversar com as meninas sobre meninos, namoro, a vida!

Lembro com carinho do professor de matemática Moura. Ele suou muito para me mostrar que não só era capaz de aprender matemática, como sabia a matéria.  O primeiro a tentar eliminar um bloqueio criado por outro professor.

Da prof. Beth e  Eliete, outras excelentes professoras de português. A prof Maria Antonia que ao invés de simplesmente nos ensinar história, realizou conosco uma "reprodução" do último baile da ilha fiscal.

De professores da faculdade e pós graduação que me desafiaram a buscar sempre melhorar (Nico van Dongen !) e nunca ficar satisfeita com apenas o bom. Eliana Formiga da faculdade, numa simples conversa me deu dicas preciosas para conquistar meus primeiros clientes.

Do grande mestre, professor e amigo Henrique Sarkis. Me desafiou, jogou na fogueira, dando oportunidade para minha primeira palestra já para um grupo de  mais de 70 pessoas. Suas turmas passaram a ter uma busca absurda, pois ele ia além, tocava as pessoas e, quem o escutava, certamente mudou e cresceu profissionalmente.

Poderia prosseguir com a lista (felizmente a minha é grande), falar um pouco de cada um, mas hoje queria apenas agradecer. Agradeço a cada um, por cada ensinamento, desafio, crescimento!

Agradeço e peço que as pessoas voltem a dar o devido valor a estes profissionais. Eles certamente fazem parte de um grupo muito especial de pessoas, capaz de gerar mudança, mudança para um mundo melhor!